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Como escrever um livro com a qualidade dos grandes escritores

Como escrever um livro com a qualidade dos grandes escritores

Como escrever um livro de qualidade?

como escrever um livro

Para saber como escrever um livro com qualidade de grandes escritores, algumas questões essenciais precisam ser esclarecidas. Em primeiro lugar, é necessário compreender que ser um grande escritor tem a ver com basicamente duas coisas. Primeiro, ter uma obra com uma boa qualidade literária. E, segundo, ser publicado e lido. Não adianta nada termos algo genial em nossa gaveta se o texto não for perspectivado para um público. Ser um grande escritor também não significa, necessariamente, sermos uma máquina de escrita. Há grandes escritores de poucas obras. No caso brasileiro contemporâneo, Raduan Nassar e Murilo Rubião são grandes exemplos disso: escritores geniais, mas com obras relativamente pequenas.

Dito isso, é necessário persistência. Escrever é um ato na maioria das vezes bem solitário e que é feito aos pedaços: escreve-se um pedaço agora, um outro pedaço depois. Passam-se dias, às vezes até mesmo semanas e meses, pois é natural que o processo criativo “trave”. Quando isso acontecesse, é necessária a maturidade da reflexão. Portanto, é preciso salientar que o investimento de tempo compensa: a obra produzida pode ser muito mais duradoura do que nós mesmos.

Também é necessário leitura, bastante leitura, profunda leitura, pois só conseguiremos montar um repertório adequado daquilo que consideramos boa literatura se lermos muito. Como nos tornarmos um grande músico sem observarmos muito os outros tocarem?

Na literatura

Portanto, revisar e mexer no texto é também uma tarefa fundamental. Precisamos entender que Arte é, no fundo, um problema de forma. A Pintura usa tinta; a Fotografia, luz; a Literatura, palavra. Nenhum texto nasce pronto: nunca existiu nenhum grande escritor que não tivesse revisado seus textos muitas vezes.

Então, depois de dominar o processo de produção e a forma, há algo ainda muito essencial: divulgação. Desde o Renascimento, a Arte está atrelada ao Mercado. Dessa forma, é necessário incluí-la no hall das coisas comercializáveis e passíveis de serem vendidas, como quase tudo nesta vida. Sem isso, a obra ficará guardada em uma gaveta, e não existirá para um público leitor – que é essencial  para que sejamos conhecidos como grandes escritores.

Por Cristiano Fretta.

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